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A pinha e os benefícios que a maioria descobre tarde demais

A pinha tem oferta limitada entre janeiro e abril. Quem não aproveita agora espera um ano inteiro para ter acesso à fruta no pico de qualidade e preço acessível.

Cultivada principalmente na Bahia, Pernambuco e Ceará, a Annona squamosa encontrou no clima semiárido as condições ideais para produzir frutos de alto valor nutricional.

As vitaminas B1, B2 e B6 da pinha participam diretamente da conversão de nutrientes em energia, sustentando o ritmo metabólico em dias de maior exigência física ou mental.

A combinação de açúcares naturais com fibras faz a liberação de energia acontecer de forma gradual, sem os picos glicêmicos típicos dos ultraprocessados com doçura semelhante.

O teor de fibras da fruta aumenta o volume do bolo fecal, acelera o trânsito intestinal e reduz o contato de substâncias nocivas com a mucosa digestiva.

A pinha concentra vitamina C suficiente para atuar na síntese de colágeno, fortalecer a resposta imune e neutralizar radicais livres que aceleram o envelhecimento celular.

Os antioxidantes presentes na fruta combatem os radicais livres e, em conjunto com a vitamina C, contribuem para uma pele com menos sinais de envelhecimento precoce.

Compostos bioativos da pinha interferem positivamente na absorção de glicose e ajudam a reduzir o LDL, o que interessa especialmente a quem tem síndrome metabólica.

O potássio da fruta favorece a vasodilatação e equilibra o excesso de sódio tão comum na dieta brasileira, reduzindo a tensão sobre os vasos sanguíneos.