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ExpoLondrina 2026: IDR-Paraná transforma pesquisa em solução prática para o campo paranaense

Com mais de dez eventos técnicos, aplicativos para manejo de pragas e plataformas de adubação, instituto mostra como ciência e produção rural caminham juntas no Paraná

by Derick Machado
8 de abril de 2026
in Noticias
Foto: IDR-Paraná

Foto: IDR-Paraná

A ExpoLondrina 2026 começa no dia 10 de abril no Parque Governador Ney Braga, em Londrina, e o IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater) chega à feira com uma das programações técnicas mais completas de sua história. Ao longo dos dez dias de evento, o instituto ocupa diferentes espaços da exposição para apresentar tecnologias desenvolvidas pela pesquisa e extensão rurais, lançar ferramentas digitais e reunir produtores, técnicos e especialistas em torno de temas que definem a rentabilidade e a sustentabilidade da agropecuária paranaense.

Para o diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, “a ExpoLondrina é um importante espaço para apresentar à sociedade o trabalho da pesquisa e da extensão rural no Estado”, o que justifica a presença do instituto em múltiplos pavilhões e arenas ao mesmo tempo. A estratégia reflete uma mudança de postura: não basta gerar conhecimento técnico-científico, é preciso que esse conhecimento chegue ao produtor no momento em que ele precisa tomar decisão, seja no trato do solo, no manejo de pragas ou na gestão da propriedade.

Via Rural Fazendinha: onde a pesquisa toca o chão

O espaço mais tradicional da participação do IDR-Paraná na ExpoLondrina é a Via Rural Fazendinha, área de unidades didáticas que transforma resultados de pesquisa em demonstrações práticas e acessíveis. Nesta edição, o público encontra estações dedicadas à produção de café de qualidade, manejo de solos e água, horticultura, piscicultura, pecuária e produção sustentável de grãos, além de um espaço inédito voltado ao cultivo de plantas medicinais, aromáticas e condimentares — segmento com crescente interesse tanto da agricultura familiar quanto do mercado de insumos naturais.

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Uma das novidades mais simbólicas da Fazendinha em 2026 é a unidade especial que resgata os 70 anos de história da extensão rural no Paraná, reunindo registros, tecnologias e trajetórias que mostram como o trabalho de campo moldou a agropecuária estadual ao longo de sete décadas. Para o chefe regional do IDR-Paraná em Londrina, Renan Ribeiro Barzan, “esse é um espaço de diálogo, onde conseguimos nos aproximar do público urbano e, ainda mais, dos produtores, especialmente da agricultura familiar, para apresentar soluções que fazem diferença no dia a dia no campo”. A afirmação traduz bem o que diferencia a Fazendinha de um estande convencional: o foco está na troca, não apenas na exposição.

Agenda técnica que movimenta toda a cadeia produtiva

Além da Fazendinha, o IDR-Paraná conduz mais de dez encontros temáticos distribuídos ao longo da feira. O calendário abrange desde a apicultura e meliponicultura até a cafeicultura regenerativa, passando pela produção sustentável de grãos e o manejo de solos com foco na mitigação de emissões de gases de efeito estufa.

O “3º Encontro Regional de Meliponicultura e Apicultura” discute a criação de abelhas nativas e sua relação direta com a polinização e a produtividade em lavouras de soja, tema de crescente relevância dado o avanço do monitoramento científico sobre o papel dos polinizadores no rendimento das culturas. Na sequência, o “3º Seminário de Produção Sustentável de Grãos” aborda práticas de manejo que conciliam produtividade com responsabilidade ambiental, alinhando o produtor paranaense às exigências de um mercado cada vez mais atento à rastreabilidade e à pegada de carbono.

O “32º Encontro Estadual de Cafeicultores” reúne especialistas e produtores para debater cafeicultura regenerativa e as movimentações do mercado internacional, além de marcar a entrega oficial dos cafés premiados no Concurso Café Qualidade Paraná. O Paraná consolidou nos últimos anos uma posição relevante no segmento de cafés especiais, e encontros como esse funcionam como termômetro das tendências que vão orientar o planejamento das próximas safras.

SmartAgro: ferramentas digitais que chegam direto ao campo

No Pavilhão SmartAgro, dedicado às tecnologias digitais aplicadas à agropecuária, o IDR-Paraná apresenta um conjunto de ferramentas que encurta o caminho entre o laboratório e a decisão do produtor. Um dos destaques é a automação da identificação de esporos nos coletores do “Alerta Ferrugem da Soja”, sistema que monitora a presença do fungo causador da doença e permite ao técnico e ao produtor agir no momento exato, sem antecipar nem postergar o controle, o que representa ganho direto na eficiência do uso de fungicidas e na proteção do rendimento da lavoura.

Outra plataforma apresentada no pavilhão é o Webcigarrinhas, que acompanha em tempo real a ocorrência da cigarrinha-do-milho e orienta o manejo da praga com base em dados georreferenciados. A ferramenta responde a uma demanda crescente dos produtores por informação localizada, que considere a pressão real da praga na sua região, e não apenas médias estaduais.

No dia 16 de abril, às 8 horas, na Arena Futuro, o instituto lança o aplicativo “Guia de Identificação de Pragas do Feijão”. O pesquisador Humberto Androcioli explica que “a ferramenta permite reconhecer os insetos conforme o estágio de desenvolvimento do feijoeiro, facilitando a tomada de decisão e qualificando o monitoramento”. Na prática, o aplicativo funciona como um consultor no bolso do técnico e do produtor, reduzindo o risco de diagnósticos equivocados que levam a aplicações desnecessárias ou, por outro lado, ao controle tardio que já não recupera a produtividade perdida.

Adubação orgânica com precisão: o lançamento do Sirdes e do Sirca

Duas plataformas digitais lançadas durante a ExpoLondrina têm potencial de impacto direto na rentabilidade de propriedades que integram produção animal e vegetal. O Sirdes (Sistema de Recomendação de Adubação com Dejetos de Suínos) e o Sirca (Sistema de Recomendação de Adubação com Cama de Aviário) orientam o uso desses resíduos como fertilizantes orgânicos nas lavouras, traduzindo dados técnicos em recomendações práticas e seguras do ponto de vista ambiental.

O Paraná é o maior produtor nacional de frangos e um dos líderes na suinocultura, o que coloca o aproveitamento de dejetos animais como insumo agrícola no centro da estratégia de redução de custos de propriedades integradas. Com as duas plataformas, produtores e técnicos passam a ter critérios objetivos para calibrar a aplicação, evitando tanto o subdosamento, que compromete a nutrição das culturas, quanto o excesso, que representa risco de contaminação de solo e água.

Publicação técnica reúne conhecimento sobre oleaginosas para biocombustíveis

O IDR-Paraná também lança na feira o livro “Plantas Oleaginosas para Biodiesel no Paraná”, publicação que sistematiza o conhecimento técnico-científico sobre culturas com potencial para a produção de biocombustíveis no Estado, como canola, girassol, mamona e gergelim. A obra aborda aspectos de manejo, qualidade dos óleos vegetais e sustentabilidade das cadeias produtivas, funcionando como referência para produtores e técnicos que avaliam a diversificação de culturas em sistemas de integração ou a entrada no mercado de bioenergia, segmento que ganha tração com o avanço do Combustível do Futuro no Brasil.

A presença do IDR-Paraná na ExpoLondrina 2026 reflete o papel estratégico que a pesquisa e a extensão rurais ocupam na construção de uma agropecuária mais eficiente e menos dependente de insumos externos. Da Fazendinha ao SmartAgro, o instituto mostra que o intervalo entre a descoberta científica e a aplicação prática no campo paranaense segue diminuindo safra a safra.

  • Derick Machado

    Derick Machado é editor e curador de conteúdo especializado em agronegócio. Acompanha de perto as principais pesquisas, tecnologias e movimentos de mercado que impactam produtores rurais brasileiros, com base em fontes institucionais como Embrapa, Cepea/Esalq, MAPA e IBGE.

    E-mail:  contato@agronamidia.com.br

Via: AEN

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