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IAT lança plataforma exclusiva para denúncias de crimes ambientais no Paraná

by Derick Machado
20 de fevereiro de 2026
in Noticias
IAT lança plataforma exclusiva para denúncias de crimes ambientais no Paraná

O Instituto Água e Terra (IAT) acaba de separar, de vez, dois fluxos que estavam emperrando a fiscalização ambiental no Paraná. A autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) lançou o IAT-Sisgop, plataforma desenvolvida especificamente para o registro de denúncias de crimes ambientais — desmatamento ilegal, tráfico de fauna, queimadas clandestinas e outras infrações que exigem resposta de campo rápida.

O canal está disponível diretamente no portal do IAT. O acesso pode ser feito pelo caminho “Institucional > Fale com o IAT > Registre sua Denúncia de Crimes Ambientais” ou por meio da aba “Fiscalização – Denúncia de Crimes Ambientais”. A plataforma também aceita denúncias anônimas, o que reduz a barreira para quem tem medo de represálias, especialmente em áreas rurais mais isoladas.

O gargalo que motivou a mudança

Até então, toda e qualquer manifestação — de um elogio a um flagrante de desmatamento — entrava pelo mesmo canal: a Ouvidoria do IAT. O volume foi crescendo e o sistema travou. Só em 2025, foram 6.777 denúncias registradas pela Ouvidoria. O número parece expressivo, mas o problema estava na composição desse total.

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“Dessas, cerca de 90% eram crimes ambientais que precisavam de vistoria ou averiguação do IAT”, afirma Sayto Gama, Agente de Ouvidoria e Transparência do instituto. “As questões acabavam se misturando. Agora, com a divisão de canais, o atendimento fica mais ágil, concentrado por temas específicos.”

Com a separação, a Ouvidoria volta a cumprir seu papel original: sugestões, elogios e reclamações administrativas. O IAT-Sisgop fica com a linha de frente dos crimes ambientais. Consequentemente, as equipes de fiscalização — que aplicaram 8,1 mil multas apenas em 2025 — passam a receber demandas mais organizadas e com maior chance de resultarem em ação efetiva no campo.

Denúncia incompleta não chega à fiscalização

Aqui está o ponto que mais afeta a eficiência do sistema. E é onde a maioria dos cidadãos erra. A plataforma só consegue acionar uma equipe de campo se a denúncia tiver localização precisa e descrição objetiva do fato. Parece básico. Mas os números mostram que não é.

“Nossa central faz uma triagem dessas denúncias e aproximadamente metade delas são canceladas por ausência de endereço. É fundamental que a população coloque a localização e descreva o fato de forma clara e objetiva para que consigamos atuar de maneira eficiente”, alerta Gama.

Além do endereço completo, o sistema permite o envio de fotos, vídeos e documentos que comprovem a infração. Quanto mais evidências, mais rápida e embasada será a resposta da equipe técnica. Para propriedades rurais, referenciar o imóvel pela CAR ou pelo nome da fazenda pode fazer toda a diferença na triagem.

O que a lei prevê para quem desmata

Denunciar não é apenas um ato cívico. É acionar um aparato legal robusto. Quem pratica desmatamento ilegal, supressão não autorizada de vegetação ou qualquer outra infração ambiental está sujeito a penalidades administrativas previstas na Lei Federal nº 9.605/98 — a chamada Lei de Crimes Ambientais — e no Decreto Federal nº 6.514/08, que regulamenta as condutas infracionais contra o meio ambiente. Além das multas, o infrator pode responder criminalmente.

O IAT-Sisgop, desenvolvido pela Celepar e adaptado para atender exclusivamente as demandas do instituto, é mais um instrumento dentro dessa cadeia de controle. “A missão do Instituto é proteger, preservar, conservar, controlar e recuperar o patrimônio ambiental paranaense, buscando uma melhor qualidade de vida para a população, com foco no desenvolvimento sustentável. Para isso, contamos com a participação da sociedade nessa corrente de fiscalização”, destaca Gama.

Fonte: AEN

  • Derick Machado

    Derick Machado é editor e curador de conteúdo especializado em agronegócio. Acompanha de perto as principais pesquisas, tecnologias e movimentos de mercado que impactam produtores rurais brasileiros, com base em fontes institucionais como Embrapa, Cepea/Esalq, MAPA e IBGE.

    E-mail:  contato@agronamidia.com.br

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