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Frutas mais vendidas nas Ceasas ficam mais baratas em fevereiro, aponta Conab B

anana registra a maior queda, com 11,16% de recuo na média ponderada; cebola e cenoura também acompanham o movimento de baixa

Escrito por: Agronamidia Revisão: Derick Machado
17 de maio de 2026
in Noticias
Frutas mais vendidas nas Ceasas ficam mais baratas em fevereiro, aponta Conab B

As frutas mais comercializadas nas principais Centrais de Abastecimento do país ficaram mais baratas em fevereiro. O 3º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), registrou queda nos preços de banana, laranja, maçã, melancia e mamão na média ponderada, na comparação com janeiro. Cebola e cenoura seguiram o mesmo caminho.

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A banana liderou as quedas, com recuo de 11,16% na média ponderada. O resultado ocorreu mesmo com o retorno das aulas em fevereiro, período que normalmente aquece a demanda pela fruta. A oferta de banana nanica seguiu baixa até o pós-Carnaval, mas os volumes negociados no terço final do mês — especialmente da nanica proveniente do norte de Santa Catarina e da prata oriunda do norte de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Ceará — foram suficientes para amortecer qualquer pressão mais intensa sobre os preços.

A maçã também registrou queda de dois dígitos, com variação negativa de 10,32%. O movimento reflete a maior oferta decorrente do início da colheita da maçã gala, somada à presença do restante da safra da maçã eva do Paraná e da produção paulista. Com mais volume disponível nos mercados atacadistas, as cotações recuaram de forma expressiva.

Mamão, melancia e laranja seguem a tendência

No mercado do mamão, a Conab identificou uma dinâmica mais complexa. O volume de chuvas no último trimestre de 2025 prejudicou as floradas e reduziu a produtividade dos mamoeiros, o que comprimiu a oferta da variedade papaya. Por outro lado, o mamão formosa apresentou oferta mais elevada e preços mais baixos, limitando a valorização do papaya e contribuindo para uma queda geral de 7,52% nas cotações da fruta.

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A melancia registrou redução mais moderada, de 3,72% na média ponderada. A qualidade do produto melhorou em relação ao mês anterior, favorecida por clima adequado e chuvas pontuais nas regiões produtoras. Ainda assim, o alto volume de precipitações vem influenciando o plantio na região de Ceres, em Goiás, um dos maiores polos produtivos da fruta no país, o que pode repercutir na oferta nos próximos meses.

Já a laranja apresentou recuo praticamente simbólico, de apenas 0,06% na média ponderada. A maior parte das Ceasas do Sudeste registrou queda na comercialização e no consumo da fruta, reduzindo a oferta em torno de 7%, mas sem força suficiente para provocar variação relevante nas cotações.

Cebola recua, mas março pode inverter o movimento

Entre as hortaliças, a cebola acumulou queda de 5,52% na média ponderada em relação a janeiro, pressionada pela menor qualidade do produto disponível nos mercados. A oferta com origem em Santa Catarina voltou a crescer nas Ceasas, mas o volume comercializado do bulbo recuou 10% no período. O cenário muda de tom para março: com o encerramento da colheita catarinense e a redução dos estoques, a tendência é de pressão altista sobre os preços nas próximas semanas.

A cenoura, por sua vez, interrompeu uma sequência de altas que durava desde dezembro de 2025 e fechou fevereiro com queda de 1,23% na média ponderada. A oferta recuou 5,6% frente a janeiro, mas não o suficiente para sustentar alta generalizada. As chuvas frequentes nas regiões produtoras reduziram o ritmo de colheita — o que tenderia a pressionar os preços para cima — mas também comprometeram a qualidade do produto, exercendo efeito contrário sobre as cotações.

Batata, tomate e alface seguem no sentido oposto

Nem todos os produtos acompanharam o movimento de baixa. A batata registrou a maior alta do período, com 11,72% de aumento na média ponderada. As chuvas ao longo do mês afetaram o ritmo de colheita e reduziram a oferta disponível nas Ceasas. Aliás, o pico da safra das águas aparentemente já ocorreu nos dois primeiros meses do ano, e as projeções para março indicam continuidade da alta, tendência que já se confirma no início deste mês.

O tomate voltou a registrar elevação em fevereiro, com alta de 5,20%. O esgotamento das áreas em ponto de colheita, após a elevada oferta verificada no último trimestre de 2025, reduziu os volumes disponíveis nas centrais. A transição após o pico da safra de verão segue comprimindo a produção. A alface também ficou mais cara, com alta de 2,02%, reflexo da queda de 7% na oferta total nas onze Ceasas analisadas, impactada pelas mesmas condições climáticas que afetaram as demais culturas.

Exportações sustentam bom início de 2026

No mercado externo, fevereiro de 2026 manteve o ritmo positivo. O volume total exportado chegou a 218 mil toneladas, alta de 1% em relação ao primeiro bimestre de 2025, e o faturamento alcançou US$ 237,7 milhões, 4,4% acima do registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Abacates, bananas e laranjas lideraram as vendas para Europa e Ásia, compensando a pequena retração registrada em melões, limões, uvas e melancias.

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