Noticias
Segurança como valor, não como meta: Reflorestar chega a 1.000 dias sem acidentes com afastamento
Redução de 80% nos acidentes sem perda de tempo e queda de 37% nos incidentes mostram que prevenção, quando levada a sério, muda o resultado operacional
Publicado
24 minutos atrásem
Chegar a 1.000 dias consecutivos sem um acidente com afastamento não é sorte. É gestão! A Reflorestar Soluções Florestais atingiu essa marca em 2025, consolidando um ciclo de prevenção que começou na base da operação e avançou até os indicadores mais exigentes do setor florestal brasileiro.
Os números falam por si: queda de 80% nos registros de Acidente Sem Perda de Tempo (ASPT) e redução de 37% no índice geral de incidentes em relação ao ano anterior. Esses resultados não vieram de uma campanha pontual. Vieram de uma mudança de postura — porteira para dentro.
A mecanização ajudou, mas não explica tudo
Com operações 100% mecanizadas em silvicultura, colheita e carregamento de madeira, a empresa atua em Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A mecanização reduz a exposição direta do trabalhador aos riscos mais críticos do campo florestal. Contudo, máquina não previne acidente por conta própria. Quem previne é o operador treinado, o técnico presente e a gestão que não espera o incidente acontecer para agir.
É exatamente aí que a Reflorestar apostou suas fichas: identificar e tratar situações de risco ainda na origem. Antes que virem estatística.
“Os números de 2025 refletem disciplina operacional, gestão estruturada de riscos e participação ativa das equipes. É a prova de que é possível manter um ambiente orientado pela prevenção, com pessoas protegidas e operações cada vez mais consistentes. Seguimos avançando com a segurança como um valor inegociável e com o compromisso permanente de evoluir”, afirma André Henrique de Paula, gerente de Segurança e Qualidade da Reflorestar.
A palavra-chave da frase dele é “participação ativa”. Estimular o colaborador a registrar condições inseguras — antes que elas se transformem em acidente — é uma das estratégias mais eficazes na base da pirâmide de prevenção. E também uma das mais difíceis de sustentar no longo prazo. A Reflorestar conseguiu.
Mucuri (BA) vira referência nacional com 10 anos limpos
Se os 1.000 dias da empresa já chamam atenção, o que a unidade de Mucuri, na Bahia, construiu é de outro patamar. A operação dedicada ao carregamento de madeira completou, em 2025, dez anos sem nenhum acidente com afastamento. São mais de 3.650 dias consecutivos sem ACPT — um marco que poucos setores da agroindústria brasileira podem apresentar.
Além disso, a Regional Sul da Bahia acumulou sete reconhecimentos mensais e dois trimestrais em Saúde, Segurança e Qualidade de Vida concedidos pelo próprio cliente, superando o recorde interno anterior da empresa.
- “Na Reflorestar, o nosso diferencial está na integração entre operação, manutenção e segurança. Trabalhamos com boas práticas, campanhas, simulados e ferramentas de gestão de risco. Não ficamos presos ao nosso ponto de apoio, vamos para o campo para garantir a segurança de todos”, destaca Sandra Rafael, técnica de segurança do trabalho da região.
Essa última parte da fala de Sandra resume bem o que diferencia uma cultura de segurança real de uma cultura de segurança de papel: presença no campo. Não é o formulário preenchido que salva o trabalhador. É o técnico que sai da sala e vai até onde o risco existe.
O que o setor florestal pode aprender com isso
O segmento florestal opera com pressão alta: janelas de colheita apertadas, terreno irregular, maquinário pesado e equipes distribuídas em frentes distantes. Nesse ambiente, o acidente não é exceção — é risco permanente. Por isso, os resultados da Reflorestar importam além dos limites da empresa.
A combinação de mecanização, rastreamento de incidentes na origem e engajamento das equipes operacionais mostra que é viável manter produtividade e segurança caminhando juntas. Não são objetivos opostos. São, na prática, a mesma coisa: uma operação que para por acidente é uma operação que perde dinheiro, prazo e reputação junto ao cliente.
O próximo desafio da empresa será sustentar esses índices à medida que as operações crescem e novas frentes são abertas. Manter a disciplina na expansão é sempre mais difícil do que construí-la em ambientes já consolidados. Mas a base está construída.
Sobre a Reflorestar
Empresa integrante do Grupo Emília Cordeiro, especializada em soluções florestais, incluindo silvicultura, colheita mecanizada, carregamento de madeira e locação de máquinas. Atualmente com operações em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ela investe em capacitação técnica e comportamental, gestão integrada e confiabilidade dos equipamentos para oferecer as soluções mais adequadas para cada particularidade dos clientes.
Fundada em 2004 no Vale do Jequitinhonha (sede em Turmalina, MG), originou-se da paixão pelo cuidado com o solo e o meio ambiente. Com 20 anos de atuação, a Reflorestar se consolidou no mercado pela visão inovadora no segmento florestal e pela oferta de serviços de qualidade, atendendo clientes em todo o Brasil. Para mais informações, visite o site da Reflorestar.
-
A Redação Agronamidia é composta por uma equipe multidisciplinar de jornalistas, analistas de mercado e especialistas em comunicação rural. Nosso compromisso é levar informações precisas, técnicas e atualizadas sobre os principais pilares do agronegócio brasileiro: da economia das commodities à inovação no campo e sustentabilidade ambiental. Sob a gestão da Editora CFILLA, todo o conteúdo passa por um rigoroso processo de curadoria e verificação de fatos, garantindo que o produtor rural e os profissionais do setor tenham acesso a notícias com alto valor estratégico e rigor técnico.
E-mail: [email protected]
Veja Também
-
Ovinos que limpam erval e geram renda: como a ATeG reorganizou uma propriedade no Paraná
-
Municípios paulistas começam a receber cestas da 5ª fase do PAA para distribuição a famílias em situação de vulnerabilidade
-
Biotério de zebrafish em Botucatu amplia capacidade científica da Unesp e abre nova fase nos testes toxicológicos